sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Bro(x)ura...

Efeito dominó. Quando você cai, eu caio junto.





Bom dia!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Rapidinha...

Enquanto te-ce-ço desconheço vida social.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Cópula...

Ultimamente ando só leitura, sem preservativo.
Em 2 meses nasce o filho.



*

Apaixonando-me aos poucos pela arte da pesquisa.

Sem casamento. Mas muito sexo.
Com prazer, obviamente.

domingo, 15 de março de 2009

No seco...

- Tem Whiskey?
- On the Rocks?
- Não, cowboy.
- Cowboy?
- É, de macho. No seco. Essas coisas de gelo, guaraná, água... Tudo coisa de viado.
- Sem nada então.
- Isso.
*serve o whiskey*
*toma um gole*
...
*pega o gelo*
- Ué.. cadê o cowboy?
- O cowboy foi dar a bunda on the rocks...
- ¬¬

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Rapidinha...

Cogumelos me mantêm sem sono e sem fome.



E sem amor-próprio também.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Aquilo...

- Então é isso?
- É isso.
- Isso mesmo?
- Isso mesmo. E não se fala mais nisso.
- Por que isso?
- Sei lá... Ainda não acredito nisso direito, eu acho...
- Mas por quê, se é isso?
- Não sei, já disse... Acho que é por que nunca tive isso antes...
- Ainda dá tempo de mudar isso...
- Não quero. Quero isso mesmo.
- Bom, então tá! Será isso então!
- Isso então!
- E como a gente vai falar nisso quando quiser falar disso?
- Falando isso, ué.
- Isso pra isso?
- Isso.
- Isso não vai confundir?
- Um pouco. Mas nada que um pouco disso não resolva.
- E como te chamo, falando nisso? Isso?
- Isso.
- Isso...
- Adoro isso..!



***



"Uma palavra dita repetidas vezes perde totalmente seu significado."
- Sei lá quem disse isso...

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Por trás...

Tem cheiro de mim nas tuas roupas
E de luz apagada tu me enxergas
Não me devolvas o que eu não quero aceitar
Mas joga fora aquilo que não é mais teu
Por conta e risco tu guardas esse tesouro
Um matadouro de todas as esperanças
Nem cheiro meu nem cheiro teu nas tuas roupas
É coisa una.

Tem cheiro de ti nas minhas roupas
De luz acesa vejo o nada que me cerca
Não jogo fora o que eu quero guardar
Mas eu devolvo aquilo que não é meu
Por conta e risco eu queimo mais um tesouro
Um só berçário para novas esperanças
Nem cheiro teu nem cheiro meu nas minhas roupas
É coisa una.

Tem cheiro de fim em toda roupa
E na meia-luz nada daqui se leva
Não se devolve aquilo que degenera
Mas se põe fora o que já envelheceu
Por conta e risco se guarda feito tesouro
Um relicário ávido por lembranças
Nem cheiro meu nem cheiro teu em qualquer roupa
Nem coisa alguma.



***



Revirando o passado.